quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

> As ameixas que curam



As ameixas que curam

De origem japonesa, a ameixa umeboshi cura de gripes a ressaca e aumenta a resistência.

A arte de curar é tão antiga quanto a vida, e alguns remédios ancestrais podem ser o máximo quando você procura soluções novas para problemas corriqueiros. Sem esquecer que dos corriqueiros é que nascem os graves. Por exemplo, a umeboshi: uma ameixa ácida e salgada que os japoneses usam quase todos os dias para prevenir ou curar. 

Dor de cabeça, indisposição, gases, enjôo, indigestão, ressaca, cansaço, gripe?

Ameixa pra dentro, dissolvendo devagar na boca ou desmanchando em água quente ou banchá: sabor instigante, efeito rápido. Ume é o nome da ameixinha, que ao natural parece uma azeitona gorda, verde, tão ácida que não dá para comer ao natural. Boshi quer dizer que ela virou conserva depois de passar um ano e três meses amadurecendo com sal e folhas de shissô.
Mas tanto tempo assim?, você se espanta. Pois é, tempo indispensável para o sal e o ácido alcançarem o equilíbrio perfeito: nada mais é salgado, nada mais é ácido, e o resultado é não só saboroso como anti-séptico, bactericida, antiviral, antioxidante, desintoxicante, energizante e regulador do equilíbrio ácido/alcalino, para não dizer tudo. Merece lugar de honra na farmácia caseira e é a melhor companheira de viagens: absolve os pecados da boca e desinfeta até água contaminada. Você a encontra na maioria das lojas japonesas e de produtos naturais, e não é cara.

Mas muito mais interessante é prepará-la em casa. Fácil, custa menos, você controla pessoalmente o ano e pouco de maturação e ainda desfruta do caldo que ela solta, chamado vinagre de umeboshi, muito bom tanto em tempero como para neutralizar rapidamente problemas de estômago e intestino (uma colher de sopa numa xícara de água bem quente, beber aos golinhos). 

Seus amigos adorariam ganhar umeboshi de boa procedência, e ao longo dos anos você poderia colecionar ameixas de várias safras e origens! Achou graça? Mas as conservas em salmoura são uma prova de que já éramos inteligentes milênios atrás... Tudo isso, juro, com um mínimo de trabalho. Não se deixe impressionar pela demora (o tempo é a coisa mais relativa do mundo). E a paciência, afinal, existe para quê?

Como fazer? Primeiro passo: encomendar ao verdureiro japonês 2 kg ou mais de umes verdes, que aparecem no mercado em alguma altura de agosto ou setembro e depois somem. Conseguiu? Estão firmes e polpudas? Lave delicadamente, seque bem uma por uma, jogue fora as imperfeitas. Aí, com palito de dentes, tire de cada ameixa a tampinha mínima, que fica na base do cabo. 

Segundo passo: calcular a quantidade de sal marinho, que deve corresponder a 15% do peso das ameixas. Por exemplo: 2 kg de ameixa, 300 g de sal. Terceiro passo: montar uma prensa, arranjando um prato que sirva de tampa interna para uma vasilha bem funda de louça, barro, pedra, vidro, pirex ou mesmo plástico. Nela você coloca as ameixas e o sal sem deixar que ultrapassem a metade da altura da vasilha. 

Por cima o prato, que ao mesmo tempo tampa e pressiona as ameixas, graças a um peso que seja o dobro do delas (2 kg de ameixa, 4 kg de peso). Cobrindo tudo, uma toalha leve de algodão para proteger de poeira e intrusos.

O que se passa lá dentro é que o peso força a ameixa a soltar seu caldo, que dissolve o sal, que por sua vez impede a presença de bactérias indesejáveis na área. O balé bioquímico fica ainda melhor um mês depois, quando o verdureiro japonês apresenta as folhas de shissô, cheias de aroma e sabor, com sua cor avermelhada e poder incomparável de conservar alimentos. 

Também elas são lavadas, secadas, polvilhadas com (pouco) sal, amassadas nas mãos e misturadas à conserva, que a esta altura pode sair do peso e passar para um vidrão de boca larga. É nesse vidro, tampado e bem guardado no escurinho do armário, que a umeboshi vai esperar quinze meses antes de nos tornar felizes para sempre. 

Podemos até fazer uma nova conserva enquanto a primeira não fica pronta. Quanto mais antiga, melhor. Depois de três anos, pode ser consumida até por hipertensos. 

Cuidado só para não abusar, principalmente se não souber a idade da umeboshi: em excesso, faz mal aos rins e ofende o estômago.

A jornalista e pesquisadora Sonia Hirsch é autora de livros sobre culinária natural, alimentação e saúde.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

> Receita da Ração Humana - Globo Reporter


Aprenda a preparar a receita da ração humana


Veja aqui os ingredientes necessários para você fazer essa mistura em casa.
Abaixo está a receita da ração humana usada pela corretora de imóveis Léa Fornazzari. Conforme o nutrólogo da UNIFESP, Mauro Fisberg, e a nutricionista da USP, Sônia Tucunduva Philipi, para quem tem uma alimentação equilibrada durante o dia, a substituição do café da manhã por três colheres de sopa da receita misturadas ao leite ou suco não faz mal à saúde e pode enriquecer a dieta. 

Os especialistas alertam que as pessoas não devem se alimentar somente desta mistura, nem exagerar na quantidade usada. Os especialistas recomendam ainda que pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, tomem cuidado. Estas pessoas devem eliminar o açúcar mascavo, o guaraná em pó e o cacau. 

500g de soja em pó 
500g de farelo de trigo 
500g de farelo de aveia 
100g de gergelim 
100g de linhaça dourada 
100g de guaraná em pó 
100g de levedo de cerveja 
100g de gérmen de trigo 
100g de açúcar mascavo 
100g de gelatina sem sabor 
100g de quinua 
100g de cacau em pó 
100g de farinha de maracujá

Fonte: Globo Reporter do dia 19 de fevereiro de 2010 - veja também os videos aqui neste site (Link - Globo Reporter)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

> Receita de cha de Sucupira


Receita de Chá de Sucupira para curar Artrite, dada por Juca de Oliveira no programa do Jô


Segundo o ator Juca de Oliveira, a atriz Moreira estava com terríveis dores no ombro causadas por Artrite, ela já tinha feito vários tratamentos inclusive nos Estados Unidos. Só foi curada quando tomou o Chá de Sucupira.

Receita

Pega 4 sementes de sucupira e maceta elas num pilão (ou algo duro) tem que quebrar as sementes, pois a resina esta dentro dela.
Ferve a agua, e logo que levantar fervura joga as sementes macetadas, espera levantar fervura de novo e conta 1 minuto e meio (90segundos) desliga o fogo e tampa o caldeirão, logo que começar a esfriar começar a beber …

Beber como se fosse agua (1 litro, 1,5 litro por dia)

> Jô Soares - Como fazer chá de sucupira


Como fazer chá de sucupira


> Arnica (Arnica montana)


Por: Rose Aielo Blanco

Seus poderes são conhecidos desde a Idade Média - a arnica(Arnica montana) é originária das regiões montanhosas do norte da Europa e desde tempos remotos é usada na cicatrização de ferimentos graças às suas propriedades regeneradoras de tecidos. 

Em aplicações mais específicas, é também indicada para combater febres, hemorragias, desinterias, infecções renais, inflamações oculares, problemas circulatórios e cardíacos.


Os mais idosos certamente conhecem os poderes da arnica: há uns bons anos, não havia "farmácia caseira" que não tivesse pelo menos um vidrinho de tintura ou pomada de arnica para socorrer depois de uma pancada ou contusão. A receita dos vovôs agora tem comprovação científica: pesquisa realizada na Universidade Federal do Paraná comprovou a eficiência da arnica para tratar machucados, especialmente aqueles com marcas roxas. A responsável por essa eficiência é a presença de uma substância chamada 'quercitina', capaz de aumentar a resistência dos vasos e a irrigação sangüínea nos locais machucados, diminuindo o coágulo e eliminando a mancha roxa.

Outra substância - a inolina - funciona como um analgésico, aliviando a dor da pancada.


Popularmente, a arnica recebeu diversos nomes: quina-dos-pobres, tabaco-dos-alpes, tabaco-da-montanha, erva-dos-pregadores, etc. Há controvérsias sobre origem do nome "Arnica", embora muitas referências indiquem que seja uma deformação da palavra grega 'ptarmica', que significa "que faz espirrar". 

O nome "quina-dos-pobres" teria surgido no século XIX, em razão das suas propriedades antitérmicas.

Planta da família das Compostas, a arnica é um arbusto perene, que produz floradas abundantes de cor amarelo-ouro ou alaranjado. 

As pétalas ovaladas e pontudas exalam um suave perfume. 

Os frutos são pardos. As flores e as raízes são as únicas partes da planta que podem ser aproveitadas para fins medicinais e cosméticos. 

Por ser uma planta originária dos solos ácidos das montanhas européias, o cultivo da Arnica montana no Brasil é de adaptação muito difícil. Por aqui, existem muitas plantas chamadas popularmente de arnica, mas na verdade são espécies diferentes e não têm a mesma aplicação terapêutica.

A milagrosa florzinha, no entanto, deve ser utilizada com cautela. Recomenda-se utilizá-la para uso interno apenas sob supervisão médica. Nunca se deve fazer chá com as folhas da arnica, pois elas apresentam componentes altamente tóxicos. 

As farmácias homeopáticas preparam medicamentos seguros a partir das raízes da arnica, que são largamente utilizados. Já para o uso externo, as precauções podem ser reduzidas. Existem no mercado vários medicamentos indicados para uso externo preparados à base de arnica que podem ser usados para tratar machucados, contusões musculares, artrite, dores reumáticas e até para auxiliar no tratamento das varizes.

Na cosmética, a arnica é empregada para combater a oleosidade e queda excessiva dos cabelos, rachaduras e hematomas na pele e tratar irritações da pele dos bebês (na forma de talco). 

Para aplicações externas, você pode preparar a tintura e o óleo medicinal em casa. É só adquirir as flores secas em farmácias ou lojas especializadas. Mas atenção: cuidado com as falsificações, peça a arnica pelo nome científico - Arnica montana - e não aceite substituições.

 Arnica montana

E aqui vão duas receitas do tempo da vovó:

Óleo Medicinal à base de Arnica 
100 g. de flores secas de Arnica montana;
7 colheres (sopa) de azeite de oliva 
Faça uma mistura com os dois ingredientes, coloque numa vasilha tampada e leve ao fogo em banho-maria, por 3 horas. Depois disso, coe e esprema bem o resíduo para retirar todo o extrato. Recomenda-se usar o óleo ainda morno, nos casos de dores reumáticas e musculares.

Tintura de Arnica para contusões, hematomas e dores reumáticas 
1 parte de flores secas de Arnica montana; 
5 partes de álcool de cereais (pode ser adquirido em lojas de produtos naturais ou em farmácias de manipulação) 
5 partes de água 
Coloque as flores secas de molho na mistura de álcool e água. Deixe descansar por 15 dias, agitando de vez em quando. Evite deixar o recipiente próximo à luz. Coe num pano limpo, espremendo bem e coloque num vidro escuro bem tampado. Recomenda-se utilizar a mistura antes de completar 1 ano, mantendo-a guardada em local escuro. É indicada apenas para uso externo.

> Globo Reporter - mais de 100 anos


Japão tem cerca de 40 mil pessoas com mais de 100 anos


> Globo Reporter - Dietas de Liquidos


Dietas à base de líquidos não ajudam a emagrecer


> Globo Reporter - Sorvete Especial


Quem poderia imaginar que abóbora com abacate daria um bom sorvete?


> Globo Reporter - Sorvete Inhame


Aprenda a fazer sorvete de inhame



> Globo Reporter - Agua de Coco


Especialistas recomendam água de coco para o verão